terça-feira, 18 de maio de 2010

amor perfeito

sem colombina

sem pierrô

soprando de leve

simétrico

amor

12 comentários:

marcos assis disse...

isso sim pode atender bem pelo nome amor...
de leve.
(inevitáveis secos e molhados)
bonito demais!

Luana Aires disse...

"(...) eu temia que o amor balançasse com sua tormenta minha árvore de frágeis galhos delicadamente ramificados e retorcidos.

mas veio em brisa leve, leve coisa nenhuma. veio assim que nem pena voando, sem complicação de ser. eu sentia o frescor do vento passando entre os dentes e sorria olhando para o teto do mundo, o amor me fazendo cócegas"

vanessacamposrocha disse...

só o amor sabe
o que a gente
não sabe
adorei!

matheus matheus disse...

aplaudo sem pausa

Sabiá disse...

Que bom ver alguma atualização aqui, poetinha! Se você conseguir essa maravilha, fico muito feliz por nós dois.

Ana, a musica sabia certo: as flores não murcharam em meu jardim! Aquelas da estufa continuam com suas mutações loucas e odores tóxicos, mas quem sabe um dia não mando implodir aquele lugar... ou pelo menos coloco um insufilm...
beijo grande!

PS: isso lhe veio do barro?

Sabiá disse...

fugir não se pode! quem sabe mutar...

Natália Goulart disse...

É chegada a hora...
O amor precisa ser saudável... leve, senão de nada adianta.

Um bj

lorena disse...

lindo!

Geraldo de Barros disse...

Oi Ana, gostei muito da sua poesia, parabéns, linda mesmo!

Estou te seguindo para não mais te perder ;)

Um grande abraço,
Geraldo.

Anônimo disse...

o amor é simétrico, quando não se tem nenhum amor para perder?


besos,

Lidia M.

lorena disse...

saudade de vc!!

Álvaro Andrade disse...

vi no cronópios e vim aqui. gosto de poemas curtos. :)
veja bem, sugestão: se separa o "amor" de "perfeito" e cria dois versos e põe o "soprando de leve" entre sem pierrô" e "sem colombina", não muda o sentido do poema e ainda cria uma simetria bem legal na forma do poema, que dialogará com a simetria do amor que vc diz.

ah, um amor simétrico, será possível? rs